terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Dilbert - Trabalho


(UFSCAR)

  Disponível em: www.tirinha.com/dilbert (Acesso em: 20 jul. 2009.)




Sobre as relações de trabalho e de produção, é CORRETO afirmar que:
1)
nos países em que as empresas investem em informatização e robótica, verifica-se o desemprego conjuntural.
2)
com o desenvolvimento da globalização e da economia informacional, especialmente dos países subdesenvolvidos, cabe aos Estados investir, prioritariamente, em áreas sociais para que a mão de obra tenha preparo e possa, assim, inserir-se na nova economia.
4)
na maioria dos países europeus, até a Primeira Guerra Mundial, a organização da produção esteve apoiada em indústrias de base, como as indústrias siderúrgicas, químicas, alimentícias e do vestuário.
8)
no Brasil, de acordo com a legislação em vigor, a jornada máxima de trabalho em todos os setores da economia é de 36 horas semanais.
16)
no início do século XX, o industrial norte-americano Henry Ford inovou os métodos de produção, introduzindo esteiras rolantes nas linhas de montagem dos automóveis: as peças chegavam até os operários, que executavam sempre as mesmas tarefas referentes a cada parte do carro.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A Sociologia de Batmam


Exclusão Social


(UFPB 2008)
(Adaptado) A figura representa a pobreza e a exclusão social na cidade de Daca, Bangladesh. Sobre as desigualdades sociais no mundo, identifique  a(s) afirmativa(s) verdadeira(s).

http://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2010/06/exec5geo.jpg
(COELHO, Marcos Amorim Coelho; TERRA, Lygia. Geografia geral: o espaço natural e socioecômico. São Paulo: Moderna, 2001, p. 216).














1)
Uma maior concentração de riqueza pelos países desenvolvidos pode ser observada atualmente. Isso se dá, principalmente, pela redução das tarifas de importação, o que beneficia ainda mais os produtos exportados por esses países
2)
Os países mais pobres, quando exportam seus produtos agrícolas, enfrentam a concorrência desleal dos países mais ricos, pois estes subsidiam sua própria produção.
3)
Os custos sociais da globalização, para os países pobres, são muito altos, mesmo assim, nos últimos anos, a taxa de desemprego nesses países manteve-se estável, bem como o número de excluídos.
4)
A mão-de-obra menos qualificada é descartada e adota-se a prática da terceirização do trabalho, que, mesmo mantendo todos os direitos dos trabalhadores, ainda é mais viável economicamente.
5)
A economia informal ganhou espaço, tornando-se a única opção para muitos desempregados, para os quais faltam escolas e assistência social; conseqüentemente, a violência, de maneira geral, aumentou.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Charge: Direito Sociais?


Política e Desigualdade

Exercício 1: (FUVEST 2009)
O Brasil é uma República Federativa que apresenta muitas desigualdades regionais. Confrontando-se dois aspectos – a igualdade jurídica entre os Estados-membros e as disparidades econômicas entre as regiões – pode-se afirmar que:

    A)     o desequilíbrio econômico regional vem sendo, ao menos parcialmente, atenuado pelo menor número de representantes do Sudeste no Congresso Nacional, em comparação aos do Norte e Nordeste.

    B)    a região Norte é a menos representada no Congresso Nacional, fato notável principalmente no Senado, derivando daí uma situação de desigualdade perante as demais regiões.

   C)    a região Sul goza de ampla maioria de representação no Congresso Nacional, o que lhe tem permitido obter vantagens na redistribuição dos repasses federais.

   D)    o princípio da igualdade, garantido pelo número fixo de senadores por Estado, permite uma distribuição equilibrada dos repasses federais, entre as diferentes regiões do país.

   E)     os Estados nordestinos, apesar de sua pouca representatividade no Congresso, vêm assumindo liderança na definição das políticas monetária e cambial no país.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Direitos?


Bom texto para começar o ano refletindo com nossos alunos.

Minhocas acham tudo normal



Vito Giannotti

Começa mais um ano: calor, cerveja, carnaval, futebol, novela, big brother e até o papa virá ... Tudo normal. Tudo normal, não! Para os conservadores pode até estar tudo certo. Para os revolucionários, não. Se os primeiros continuam achando, como sempre acharam , que nada é possível mudar porque a eles interessa que nada mude, para nós o Ano Novo traz a brisa que nos incentiva a lutar por um novo mundo, um novo sistema.
O pensamento conservador permeia a sociedade e faz com que muitos reproduzam esta forma de ver o mundo. Por isso, é comum ouvirmos o trabalhador mais simples, a quem mais interessam as mudanças, dizer nos elevadores dos prédios das cidades: “É assim mesmo; sempre foi assim. Fazer o quê?” O pensamento conservador faz com que as pessoas aceitem tudo como está. “Não precisa mudar”. “Não dá para mudar”.
O revolucionário, por sua vez, não aceita nada como definitivo, imutável, “imexível”. Indigna-se com quase tudo e se dispõe a combater o que considera errado. Muitos alimentam-se desta passagem dos anos para se perguntar: “O que dá para mudar? O que precisa mudar? O que fazer?”

Primeiro passo: abrir os olhos
Há dois grupos de jovens cariocas, um de funk, outro de rap, que adoro. O MC Leonardo canta um funk com um refrão muito explícito: “Tá tudo errado! Tá tudo errado!”. O Bonde da Cultura, grupo de jovens revolucionários, num de seus raps, repete mais dez vezes: “Vamos derrubar o sistema”.
É... mas para derrubar o sistema e construir outro é preciso estar informado, de tudo. Saber quantos pobres, pretos, favelados foram assassinados na noite de Natal pela polícia a serviço do sistema. Não basta saber que a Índia é campeã mundial de hanseníase, isto é, lepra. É preciso saber que o Maranhão supera o índice da Índia e que aqui no Rio, no coração das futuras Olimpíadas, há o município de São João de Merití que supera o índice do Maranhão.
Na Venezuela de Chávez não há mais analfabetismo. O mesmo na Bolívia com Evo Morales. E aqui no nosso país, quantos analfabetos há? Analfabetismo não é normal. Conviver com o racismo e o preconceito racial tão caro à elite escravagista que sempre controlou o nosso país, não é normal.
E desde quando é normal o salário mínimo ser dos mais baixos da América Latina e a mídia, capitaneada pelo jornal O Globo reclamar de um aumento de R$ 4 além do valor estabelecido pelo governo, em 2012, para 2013?
Não é normal. Assim como não é normal não ter nenhum torturador da Ditadura de 1964 presos quando há generais ex-presidentes presos na Argentina, Uruguai e Chile.

Segundo passo: se organizar
Ter consciência é mesmo o primeiro passo. O seguinte é se juntar às organizações existentes ou criar novas: partidos, sindicatos, centrais, associações, uniões de jovens, de velhos, de rebeldes, de todo tipo de inconformados e forçar mudanças, de mil formas.
Mudanças na vida prática, nas leis e na visão de mundo de milhares e milhares. Para isso, precisa fazer mil coisas. Uma das principais é criar nossos canais de comunicação. Sim, criar nossa mídia, cada vez melhor e mais forte.
O ano de 2013 está aqui. Vamos domá-lo, que nem um cavalo bravo!
Mãos à obra. Brasil de Fato faz 10 anos. Parabéns! Vamos potencializá-lo, e que mais 10 conjuntos de comunicação de esquerda nasçam neste 2013.

Fonte: Jornal Brasil de Fato janeiro;2013