quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Assalariação do Trabalho e Socialização da Produção

(ENEM2011) Estamos testemunhando o reverso da tendência histórica da assalariação do trabalho e socialização da produção, que foi característica predominante na era industrial. A nova organização social e
econômica baseada nas tecnologias da informação visa à administração descentralizadora, ao trabalho individualizante e aos mercados personalizados. As novas tecnologias da informação possibilitam, ao mesmo tempo, a descentralização das tarefas e sua coordenação em uma rede interativa de comunicação em tempo real, seja entre continentes, seja entre os andares de um mesmo edifício.
CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 2006 (adaptado).

No contexto descrito, as sociedades vivenciam mudanças constantes nas ferramentas de comunicação que afetam os processos produtivos nas empresas. Na esfera do trabalho, tais mudanças têm provocado:




A - O aprofundamento dos vínculos dos operários com as linhas de montagem sobre influência dos modelos orientais de gestão.

B - O aumento das formas de teletrabalho como solução de larga escala para o problema do desemprego crônico.

C - O avanço do trabalho flexível e da tercerização como respostas às demandas por inovação e com vistas à
mobilidade dos investimentos.

D - A autonomização crescente das máquinas e computadores em substituição ao trabalho dos especialistas técnicos e gestores.

E - O fortalecimento do diálogo entre operários, gerentes, executivos e clientes com a garantia de harmonização das relações de trabalho.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

CHARGE: O gandula José


Escola Positivista


1. Qual das ideias abaixo não corresponde à Escola Positivista. 
 
a) Os fatos sociais têm, como características, a exterioridade, anterioridade e a coercitividade.
b) O suicídio é um fato social.
c) Os fatos sociais são classificados por Durkheim como coisas.
d) O pensamento médio pode ser considerado como sinônimo de consciência coletiva.
e) O poder pode ser classificado em: tradicional, carismático e técnico racional.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Charge Mafalda


A nova des-ordem geográfica mundial: uma proposta de regionalização

ENEM-2011



A nova des-ordem geográfica mundial:
uma proposta de regionalização


Fonte: LÉVY et al. (1992), atualizado.


O espaço mundial sob a “nova des-ordem” é um emaranhado de zonas, redes e “aglomerados”, espaços hegemônicos e contra-hegemônicos que se cruzam de forma complexa na face da Terra. Fica clara, de saída, a polêmica que envolve uma nova regionalização mundial. Como regionalizar um espaço tão heterogêneo e, em parte, fluido, como é o espaço mundial contemporâneo?

HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES. C.W. A nova des-ordem mundial. São Paulo: UNESP, 2006.

O mapa procura representar a lógica espacial do mundo-contemporâneo pós-União Soviética, no contexto de avanço da globalização e do neoliberalismo, quando a divisão entre países socialistas e capitalistas se desfez e as categorias de “primeiro” e “terceiro” mundo perderam sua validade explicativa. Considerando esse objetivo interpretativo, tal distribuição espacial aponta para

A) a estagnação dos Estados com forte identidade cultural.
B) o alcance da racionalidade anticapitalista.
C) a influência das grandes potências econômicas.
D) a dissolução de blocos políticos regionais.
E) o alargamento da força econômica dos países islâmicos.



domingo, 4 de novembro de 2012

Capitalismo e Meio Ambiente


Mundo Arábe

(ENEM2011) No mundo árabe, países governados há décadas por regimes políticos centralizadores contabilizam metade da população com menos de 30 anos; desses, 56% têm acesso à internet. Sentindo-se sem perspectivas de futuro e diante da estagnação da economia, esses jovens incubam vírus sedentos por modernidade e democracia. Em meados de dezembro, um tunisiano de 26 anos, vendedor de frutas, põe fogo no próprio corpo em protesto por trabalho, justiça e liberdade. Uma série de manifestações eclode na Tunísia e, como uma epidemia, o vírus libertário começa a se espalhar pelos países vizinhos, derrubando em seguida o presidente do Egito, Hosni Mubarak. Sites e redes sociais – como o Facebook e o Twitter – ajudaram a mobilizar manifestantes do norte da África a ilhas do Golfo Pérsico. SEQUEIRA, C. D.; VILLAMÉA, L. A epidemia da Liberdade. Istoé Internacional. 2 mar. 2011 (adaptado).

Considerando os movimentos políticos mencionados no
texto, o acesso à internet permitiu aos jovens árabes


A reforçar a atuação dos regimes políticos existentes.
B tomar conhecimento dos fatos sem se envolver.
C manter o distanciamento necessário à sua segurança.
D disseminar vírus capazes de destruir programas dos computadores.
E difundir ideias revolucionárias que mobilizaram a