sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Capitão America

ENEM  2012




 IMAGEM: http://oglobo.globo.com/educacao/vestibular/enem-2012-primeira-edicao-de-capitao-america-usada-em-questao-6627905



Com sua entrada no universo dos gibis, o Capitão chegaria para apaziguar agonia, o autoritarismo militar e combater a tirania. Claro que, em tempos de guerra,um gibi de um herói com uma bandeira americana no peito aplicando um sopapo no Fürer só poderia ganhar destaque, e o sucesso não demoraria muito a chegar.
COSTA, C. Capitão América, o primeiro vingador: crítica. Disponível em: www.revistastart.com.br.
Acesso em: 27 jan. 2012 (adaptado).


A capa da primeira edição norte-americana da revista do Capitão América demonstra sua associação com a participação dos Estados Unidos na luta contra:

A a Tríplice Aliança, na Primeira Guerra Mundial.

B os regimes totalitários, na Segunda Guerra Mundial.

C o poder soviético, durante a Guerra Fria.

D o movimento comunista, na Guerra do Vietnã.

E o terrorismo internacional, após 11 de setembro
de 2001.
 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Charge Escravidão Moderna



Controle e Violência



ENEM (2012)


Texto I

O que vemos no país é uma espécie de espraiamento  e a manifestação da agressividade através da violência.  Isso se desdobra de maneira evidente na criminalidade, que está presente em todos os redutos — seja nas áreas abandonadas pelo poder público, seja na política ou no futebol. O brasileiro não é mais violento do que outros povos, mas a fragilidade do exercício e do reconhecimento da cidadania e a ausência do Estado em vários territórios do país se impõem como um caldo de cultura no qual a agressividade e a violência fncam suas raízes.

Entrevista com Joel Birman. A Corrupção é um crime sem rosto. IstoÉ. Edição 2099, 3 fev. 2010.

Texto II

Nenhuma sociedade pode sobreviver sem canalizar as pulsões e emoções do indivíduo, sem um controle muito específco de seu comportamento. Nenhum controle desse tipo é possível sem que as pessoas anteponham limitações umas às outras, e todas as limitações são convertidas, na pessoa a quem são impostas, em medo de um ou outro tipo.

ELIAS, N. O Processo Civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.

Considerando-se a dinâmica do processo civilizador, tal como descrito no Texto II, o argumento do Texto I acerca da violência e agressividade na sociedade brasileira expressa a:


A incompatibilidade entre os modos democráticos de convívio social e a presença de aparatos de controle policial.

B manutenção de práticas repressivas herdadas dos períodos ditatoriais sob a forma de leis e atos

administrativos.

C inabilidade das forças militares em conter a violência decorrente das ondas migratórias nas grandes

cidades brasileiras.

D difculdade histórica da sociedade brasileira em institucionalizar formas de controle social compatíveis

com valores democráticos.

E incapacidade das instituições político-legislativas em formular mecanismos de controle social específcos à realidade social brasileira.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Tecnologia e o Tempo


A fabricação do rei. Rio de Janeiro



ENEM (2012)
 


   













  




Charge anônima. BURKE, P.  A fabricação do rei. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.
ENEM (2012) 
Na França, o rei Luís XIV teve sua imagem fabricada por um conjunto de Estratégias que visavam sedimentar uma determinada noção de Soberania. Neste sentido, a charge apresentada demonstra:

A - a humanidade do rei, pois retrata um homem comum, sem os adornos próprios à vestimenta real.

B - a unidade entre o público e o privado, pois a figura do rei com a vestimenta real representa o público e sem a vestimenta real, o privado.

C - o vínculo entre monarquia e povo, pois leva ao conhecimento do público a figura de um rei despretensioso e distante do poder político.

D -  O gosto estético refinado do rei, pois evidencia a elegância dos trajes reais em relação aos de outros membros da corte.

E - a importância da vestimenta para a constituição simbólica
do rei, pois o corpo político adornado esconde os defeitos do corpo pessoal

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Pele de cordeiro


Poder e Dominação



Sobre os conceitos de poder e dominação, tal como elaborados por Max Weber, é correto afirmar que:

a) a dominação prescinde do poder, uma vez que os indivíduos que se submetem a uma ordem de dominação não levam em conta os recursos que possuem aqueles que exercem a dominação.
b) são equivalentes, pois tanto um quanto outro são relações sociais às quais os indivíduos atribuem sentido, compartilhando, portanto, motivações.
c) toda relação de poder implica uma relação de dominação, já que a força sem uma base de legitimação não pode ser exercida.
d) não são equivalentes, pois a dominação supõe a presença do consentimento na relação entre “X” e “Y”, o que,  necessariamente, não se dá com o poder.